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Mostrando postagens com o rótulo CineClube Sganzerla

Cineclube Sganzerla apresenta: Sem origem, muitos destinos

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O Cineclube Sganzerla colocará em perspectiva as obras dos cineastas Howard Hawks e Michael Mann em ciclo de filmes que examina a motivação humana. A programação, intitulada Sem origem, muitos destinos , questiona o que leva as personagens a agirem, ao mesmo tempo em que aprecia a maneira como elas se movem em direção aos seus propósitos. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet, entre os dias 29 de março e 12 de abril. Clique aqui e inscreva-se para participar. Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Sem origem, muitos destinos Por André Ramos Apesar das diferenças de tempos e de formas, alguns cineastas parecem se colocar as mesmas perguntas: o que move os homens? Não só uma pergunta com relação à sua motivação, como também relativo ao seu aspecto físico. Hawks pergunta e a responde de forma musical: os seus personagens que entram e saem de quadro, a tentativa incessante de restituir o orgânico ao fabricado. Mann mais pergunta do que responde: a contraposição...

Cineclube Sganzerla apresenta: Tocaias no Asfalto — Parte 1

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Entre a rotina de assassinos de aluguel, missões secretas conduzidas por agentes internacionais, perseguições entre policiais e ladrões e a busca impossível por redenção, a primeira parte do ciclo  Tocaias no Asfalto , apresentado pelo  Cineclube Sganzerla  entre os dias 14 e 21 de dezembro, dedica-se ao cinema de ação como gesto,  mise-en-scène  e pulsação contemporânea. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet, nos domingos 14 e 21 de dezembro, a partir das 16h.  Clique aqui e inscreva-se para participar. Em comemoração aos dois anos de atividade do cineclube, esta seleção reúne quatro filmes que atravessam diferentes geografias do gênero — da frieza calculada de Berlim ao glamour tautológico do 007, da elegância barroca japonesa à moral trágica de Hong Kong. Assinado coletivamente pela curadoria do  Cineclube Sganzerla , o programa traz obras de Thomas Arslan, Martin Campbell, Kinji Fukasaku e John Woo. A seguir, a folha de aprese...

Cineclube Sganzerla apresenta: Qual a Cor da Mentira?

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Entre os dias 19 de outubro e 2 de novembro, o Cineclube Sganzerla apresentará ciclo de filmes cujas narrativas, que giram em torno do casamento, ressaltam a especificidade do cinema em espelhar as zonas acinzentadas do que é verdadeiro. A programação, intitulada Qual a Cor da Mentira? , é composta por títulos de cineastas como Claude Chabrol e Rainer Werner Fassbinder, além de uma sessão dupla dedicada a Joan Bennett, atriz de Fritz Lang, mas também de Jean Renoir. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet, nos domingos 19 e 26 de outubro e 2 de novembro, a partir das 16h. Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Qual a Cor da Mentira? Por Ezequiel Silva. Depois de Jean-Luc Godard afirmar que o cinema é a verdade 24 vezes por segundo, o cineasta alemão Rainer Werner Fassbinder teria dito que o cinema é a mentira 24 quadros por segundo. Não se trata de escolher entre um e outro, de descobrir quem está certo ou errado, m...

Cineclube Sganzerla apresenta: A Conversa Invisível

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O Cineclube Sganzerla apresentará entre os dias 17 e 31 de agosto um ciclo de filmes sobre intimidade negra. A programação, intitulada A Conversa Invisível , propõe um diálogo acerca da memória e um passeio no território do afeto em cinematografias de cineastas como Charles Burnett, Edward Owens, Isaac Julien, Kathleen Collins, entre outros. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet nos domingos dias 17, 24 e 31, a partir das 16h. Clique aqui e inscreva-se para participar .  Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: A Conversa Invisível Por Misael. Há gestos que o mundo não ensina a ver. Há palavras que só se pronunciam com os olhos, com o toque, ou com um silêncio partilhado. Este ciclo de filmes — de Edward Owens a Charles Burnett, de Isaac Julien a Kathleen Collins — compõe uma travessia pela intimidade negra como prática de invenção e resistência. São retratos de relações amorosas, de vínculos familiares e de encontros consigo mesmo, onde a câmera não busca...

Cineclube Sganzerla apresenta: Não Mais Haveremos de Suportar

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O  Cineclube Sganzerla  apresentará entre os dias 1º e 8 de junho o ciclo Não Mais Haveremos de Suportar , o qual coloca em perspectiva o conceito de gnose com cinematografias de cineastas como Christopher Maclaine, Jack Chambers, Robert Aldrich e Stan Brakhage.  Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet nos domingos dias 1º e 8, a partir das 16h.  Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Por Giovanni Silveira. A gnose, neste contexto, é compreendida a partir de um recorte específico: a realidade permanece como uma prisão — frágil e imperfeita — e, para excedê-la, é necessário buscar uma certa luz. Os bilhões de átomos que constituem a percepção e a matéria já não correspondem plenamente aos significados que lhes são atribuídos pela linguagem. Eles excedem os limites da consciência que temos deles e são feitos de armadilhas. A esses filmes cabe, portanto, aceitar, buscar ou recusar a centelha de ...

Cineclube Sganzerla apresenta: Quem te fala é uma morta

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Vídeo por Marcos Carvalho. O  Cineclube Sganzerla  apresentará entre os dias 20 e 27 de abril um ciclo de filmes com o propósito de revisitar diferentes i maginários cinematográficos sobre fantasmas . As figuras reunidas no programa   Quem te fala é uma morta  habitam obras que compartilham do mesmo  registro melodramático marcado por amores insuperáveis e crimes irresolutos.  Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet nos domingos dias 20 e 27, a partir das 16h.  Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Quem te fala é uma morta Por Luiz Brasil. “Herculano, quem te fala é uma morta. Eu morri. Me matei”, assim se apresenta Geni ao seu esposo e aos espectadores, através de uma gravação de voz. A partir desta voz fantasmagórica seremos apresentados a trama de Toda Nudez Será Castigada (1965) de Nelson Rodrigues, que nos revelará o motivo de seu suicídio. Para o dramaturgo carioca o tema não ...

Cineclube Sganzerla apresenta: Cinema. Trabalho.

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  Vídeo por Marcos Carvalho. O Cineclube Sganzerla apresentará entre os dias 9 e 23 de março um ciclo de filmes a propósito da relação entre o cinema e o trabalho. A programação, intitulada Cinema. Trabalho. , coloca em perspectiva obras de cineastas como John Ford, Peter Nestler, Vittorio De Seta, Pedro Costa,  Jean-Marie Straub e Danièle Huillet. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet nos domingos dias 9 e 23, a partir das 16h. Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Cinema. Trabalho. Por Ezequiel Silva. Da saída um tanto quanto mecânica dos operários da fábrica Lumière, registrada pelo cinematógrafo dos pioneiros Auguste e Louis, passando pelas greves e pelos motins arquitetados por Eisenstein, os quais transformaram a práxis cinematográfica soviética em uma verdadeira escola de montagem, chegaríamos à conclusão de que o trabalho sempre animou o cinema? Não poderia ser diferente, tratando-se da expressão...

Cineclubismo com CineClube Sganzerla | Falando Cinema Podcast #2

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No segundo episódio do Falando Cinema Podcast, recebemos os administradores do CineClube Sganzerla para trocar uma ideia a respeito da importância do cineclubismo. Participam da conversa ⁠⁠Felipe ' Clope '⁠⁠, ⁠⁠ Marcos Vinícius  e ⁠⁠ Misa . Programa apresentado por ⁠⁠Ezequiel⁠⁠.  Para obter mais informações ou participar do CineClube Sganzerla, acesse https://linktr.ee/cineclubesganzerla⁠⁠ . Inscreva-se no canal Falando Cinema e acompanhe as redes sociais para ficar por dentro das novidades: ⁠⁠https://lnk.bio/FalandoCinema . Este episódio foi transmitido ao vivo no dia 20 de janeiro de 2024. Ouça no YouTube:

No que toca I Walked With a Zombie (1943) e Tabu (1931)

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A continuidade da depuração estética empreendida por Tourneur chegará ao extremo por meio das mais inexpressivas formas, mediante os mais irresolutos conflitos interiores. Na última sessão do CineClube Sganzerla, comentamos a respeito dos aspectos formais de Tabu (1931), sobretudo do nível de expressividade e maturação o qual a linguagem do cinema de Murnau havia alcançado àquela altura do campeonato. O cineasta alemão, advindo da escola expressionista, em seu canto do cisne supera quaisquer catalogações que poderíamos arriscar acerca da sua arte para entregar a obra fatalista definitiva. Encerrada a discussão, eu fui sorteado para escolher o filme que será debatido no próximo encontro, com uma única condição: deveria ser de horror. Não demorou muito para o título saltar à minha mente: I Walked With a Zombie (1943), de Jacques Tourneur, o qual eu ainda não havia tido a oportunidade de assistir. Para além do gênero imposto, a minha escolha se deu pelo fato de ambos os longas-metragens ...