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Cineclube Sganzerla apresenta: Sem origem, muitos destinos

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O Cineclube Sganzerla colocará em perspectiva as obras dos cineastas Howard Hawks e Michael Mann em ciclo de filmes que examina a motivação humana. A programação, intitulada Sem origem, muitos destinos , questiona o que leva as personagens a agirem, ao mesmo tempo em que aprecia a maneira como elas se movem em direção aos seus propósitos. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet, entre os dias 29 de março e 12 de abril. Clique aqui e inscreva-se para participar. Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Sem origem, muitos destinos Por André Ramos Apesar das diferenças de tempos e de formas, alguns cineastas parecem se colocar as mesmas perguntas: o que move os homens? Não só uma pergunta com relação à sua motivação, como também relativo ao seu aspecto físico. Hawks pergunta e a responde de forma musical: os seus personagens que entram e saem de quadro, a tentativa incessante de restituir o orgânico ao fabricado. Mann mais pergunta do que responde: a contraposição...

Cineclubismo com CineClube Sganzerla | Falando Cinema Podcast #2

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No segundo episódio do Falando Cinema Podcast, recebemos os administradores do CineClube Sganzerla para trocar uma ideia a respeito da importância do cineclubismo. Participam da conversa ⁠⁠Felipe ' Clope '⁠⁠, ⁠⁠ Marcos Vinícius  e ⁠⁠ Misa . Programa apresentado por ⁠⁠Ezequiel⁠⁠.  Para obter mais informações ou participar do CineClube Sganzerla, acesse https://linktr.ee/cineclubesganzerla⁠⁠ . Inscreva-se no canal Falando Cinema e acompanhe as redes sociais para ficar por dentro das novidades: ⁠⁠https://lnk.bio/FalandoCinema . Este episódio foi transmitido ao vivo no dia 20 de janeiro de 2024. Ouça no YouTube:

No que toca I Walked With a Zombie (1943) e Tabu (1931)

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A continuidade da depuração estética empreendida por Tourneur chegará ao extremo por meio das mais inexpressivas formas, mediante os mais irresolutos conflitos interiores. Na última sessão do CineClube Sganzerla, comentamos a respeito dos aspectos formais de Tabu (1931), sobretudo do nível de expressividade e maturação o qual a linguagem do cinema de Murnau havia alcançado àquela altura do campeonato. O cineasta alemão, advindo da escola expressionista, em seu canto do cisne supera quaisquer catalogações que poderíamos arriscar acerca da sua arte para entregar a obra fatalista definitiva. Encerrada a discussão, eu fui sorteado para escolher o filme que será debatido no próximo encontro, com uma única condição: deveria ser de horror. Não demorou muito para o título saltar à minha mente: I Walked With a Zombie (1943), de Jacques Tourneur, o qual eu ainda não havia tido a oportunidade de assistir. Para além do gênero imposto, a minha escolha se deu pelo fato de ambos os longas-metragens ...

Cineclubistas preservam a história dos cinemas de Florianópolis

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Uma parte da história dos cinemas de Florianópolis é preservada na memória de dois cinéfilos que fazem parte do cineclube Art 7, confraria que exibe filmes fora do circuito comercial a cerca de três décadas na ilha de Santa Catarina. Nos dias 13 e 16 deste mês, eu estive com Luis Claudio Fritzen e Sérgio Goulart, membros fundadores do grupo. Passeando pelas ruas do centro da cidade com eles, conversamos a respeito da trajetória do cineclube e visitamos os prédios onde funcionaram alguns dos mais antigos cinemas da Capital. Fritzen e Goulart nasceram em Florianópolis e graduaram-se em Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O primeiro faz parte da Associação Filatélica e Numismática de Santa Catarina (AFSC) e ainda atua como advogado. O segundo trabalhou como jornalista, mas atualmente está aposentado devido aos anos de colaboração na Caixa Econômica Federal. Ambos compartilham da mesma paixão pelo cinema e pela prática do cineclubismo. Segundo Goulart, a traje...