Crítica do filme O Assassino (2023), lançamento disponível na Netflix que marca o retorno de David Fincher ao domínio dos thrillers. Inscreva-se no canal e siga os nossos perfis nas redes sociais: lnk.bio/FalandoCinema.
O Cineclube Sganzerla apresentará entre os dias 17 e 31 de agosto um ciclo de filmes sobre intimidade negra. A programação, intitulada A Conversa Invisível , propõe um diálogo acerca da memória e um passeio no território do afeto em cinematografias de cineastas como Charles Burnett, Edward Owens, Isaac Julien, Kathleen Collins, entre outros. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet nos domingos dias 17, 24 e 31, a partir das 16h. Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: A Conversa Invisível Por Misael. Há gestos que o mundo não ensina a ver. Há palavras que só se pronunciam com os olhos, com o toque, ou com um silêncio partilhado. Este ciclo de filmes — de Edward Owens a Charles Burnett, de Isaac Julien a Kathleen Collins — compõe uma travessia pela intimidade negra como prática de invenção e resistência. São retratos de relações amorosas, de vínculos familiares e de encontros consigo mesmo, onde a câmera não busca...
Vídeo por Marcos Carvalho. O Cineclube Sganzerla apresentará entre os dias 20 e 27 de abril um ciclo de filmes com o propósito de revisitar diferentes i maginários cinematográficos sobre fantasmas . As figuras reunidas no programa Quem te fala é uma morta habitam obras que compartilham do mesmo registro melodramático marcado por amores insuperáveis e crimes irresolutos. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet nos domingos dias 20 e 27, a partir das 16h. Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Quem te fala é uma morta Por Luiz Brasil. “Herculano, quem te fala é uma morta. Eu morri. Me matei”, assim se apresenta Geni ao seu esposo e aos espectadores, através de uma gravação de voz. A partir desta voz fantasmagórica seremos apresentados a trama de Toda Nudez Será Castigada (1965) de Nelson Rodrigues, que nos revelará o motivo de seu suicídio. Para o dramaturgo carioca o tema não ...
As razões que me levaram a escrever este texto foram distintas. Do início de uma apreciação acerca do protagonista de Quando os Homens são Homens (1971) a uma crítica de Galante e Sanguinário (1957), passando por discussões com colegas acerca do western , uma questão insistia em avançar para o primeiro plano dos debates: o faroeste revisionista, termo comumente utilizado para se referir a uma safra de filmes produzidos sobretudo ao longo dos anos 1960 e 1970, os quais teriam começado a questionar as formas, os ideais e as tradições do gênero. Os exemplares que surgiram no decorrer dessas duas décadas naturalmente absorveram de modo inconsciente ou incorporaram de maneira consciente discussões e tensões pertinentes à época. Por mais batida que seja, aqui poderíamos lembrar da célebre frase atribuída a Éric Rohmer: “todo filme é também um documento de sua época”. Sendo assim, em tempos de contracultura, não deveríamos ficar surpresos ao vê-la espelhada, projetada ou refletida nas ...
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