Crítica de Irmã Morte (2023), do mesmo diretor (Paco Plaza) de Verónica (2017). Inscreva-se no canal e siga os nossos perfis nas redes sociais: lnk.bio/FalandoCinema.
O Cineclube Sganzerla apresentará ciclo de filmes brasileiros ambientados durante a temporada carnavalesca a fim de investigar afinidades e disparidades entre chanchadas e produções do Cinema Marginal. Carnaval na Lama colocará em perspectiva títulos de cineastas como Carlos Manga, Rogério Sganzerla, Júlio Bressane, entre outros. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet, nos domingos dias 21 e 28 de junho e 5 de julho. Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Carnaval na Lama Por Luiz Brasil Estou buscando aquilo que o povo brasileiro espera de nós desde a chanchada: fazer do cinema brasileiro o pior do mundo - Rogério Sganzerla, 1970. Enquanto estava em atividade, a companhia Atlântida Cinematográfica (1943-1962), sediada na cidade do Rio de Janeiro, realizou inúmeras comédias musicais, trazendo o carnaval para o cinema, em obras como Carnaval no fogo (1949), Carnaval em Marte (1955) e Carnaval Atlântida (1953). O ...
Entre a rotina de assassinos de aluguel, missões secretas conduzidas por agentes internacionais, perseguições entre policiais e ladrões e a busca impossível por redenção, a primeira parte do ciclo Tocaias no Asfalto , apresentado pelo Cineclube Sganzerla entre os dias 14 e 21 de dezembro, dedica-se ao cinema de ação como gesto, mise-en-scène e pulsação contemporânea. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet, nos domingos 14 e 21 de dezembro, a partir das 16h. Clique aqui e inscreva-se para participar. Em comemoração aos dois anos de atividade do cineclube, esta seleção reúne quatro filmes que atravessam diferentes geografias do gênero — da frieza calculada de Berlim ao glamour tautológico do 007, da elegância barroca japonesa à moral trágica de Hong Kong. Assinado coletivamente pela curadoria do Cineclube Sganzerla , o programa traz obras de Thomas Arslan, Martin Campbell, Kinji Fukasaku e John Woo. A seguir, a folha de aprese...
Por Barbara Hammer. Os filmes, escritos críticos e estratégias de exibição e distribuição de Maya Deren influenciaram enormemente tanto minha carreira de cineasta quanto minha vida profissional. Eu fui uma iniciante tardia, com trinta anos, quando entrei na escola de cinema na Universidade Estadual de São Francisco. Tentei muitas profissões diferentes: caixa de banco, conselheira de reformatório juvenil e diretora de playground, mas nenhuma delas se encaixava. Reconhecendo que algo dentro de mim não estava sendo expresso, decidi ser artista. Em vez de pintar, o que adoro profundamente, escolhi o cinema, porque essa disciplina inclui estética, além de investigação filosófica e política . No meu curso de história do cinema, havia poucas mulheres, mas, como feministas emergentes, éramos francas. Connie, Veronica e eu sempre nos sentávamos juntas e criticávamos os cineastas homens cuja obra víamos todos os dias. Meu braço se cansava de fazer perguntas: onde estava a mãe de Pudovkin? Não ha...
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