Crítica de Irmã Morte (2023), do mesmo diretor (Paco Plaza) de Verónica (2017). Inscreva-se no canal e siga os nossos perfis nas redes sociais: lnk.bio/FalandoCinema.
O Cineclube Sganzerla apresentará entre os dias 17 e 31 de agosto um ciclo de filmes sobre intimidade negra. A programação, intitulada A Conversa Invisível , propõe um diálogo acerca da memória e um passeio no território do afeto em cinematografias de cineastas como Charles Burnett, Edward Owens, Isaac Julien, Kathleen Collins, entre outros. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet nos domingos dias 17, 24 e 31, a partir das 16h. Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: A Conversa Invisível Por Misael. Há gestos que o mundo não ensina a ver. Há palavras que só se pronunciam com os olhos, com o toque, ou com um silêncio partilhado. Este ciclo de filmes — de Edward Owens a Charles Burnett, de Isaac Julien a Kathleen Collins — compõe uma travessia pela intimidade negra como prática de invenção e resistência. São retratos de relações amorosas, de vínculos familiares e de encontros consigo mesmo, onde a câmera não busca...
As razões que me levaram a escrever este texto foram distintas. Do início de uma apreciação acerca do protagonista de Quando os Homens são Homens (1971) a uma crítica de Galante e Sanguinário (1957), passando por discussões com colegas acerca do western , uma questão insistia em avançar para o primeiro plano dos debates: o faroeste revisionista, termo comumente utilizado para se referir a uma safra de filmes produzidos sobretudo ao longo dos anos 1960 e 1970, os quais teriam começado a questionar as formas, os ideais e as tradições do gênero. Os exemplares que surgiram no decorrer dessas duas décadas naturalmente absorveram de modo inconsciente ou incorporaram de maneira consciente discussões e tensões pertinentes à época. Por mais batida que seja, aqui poderíamos lembrar da célebre frase atribuída a Éric Rohmer: “todo filme é também um documento de sua época”. Sendo assim, em tempos de contracultura, não deveríamos ficar surpresos ao vê-la espelhada, projetada ou refletida nas ...
Entre os dias 19 de outubro e 2 de novembro, o Cineclube Sganzerla apresentará ciclo de filmes cujas narrativas, que giram em torno do casamento, ressaltam a especificidade do cinema em espelhar as zonas acinzentadas do que é verdadeiro. A programação, intitulada Qual a Cor da Mentira? , é composta por títulos de cineastas como Claude Chabrol e Rainer Werner Fassbinder, além de uma sessão dupla dedicada a Joan Bennett, atriz de Fritz Lang, mas também de Jean Renoir. Os encontros virtuais serão realizados via Google Meet, nos domingos 19 e 26 de outubro e 2 de novembro, a partir das 16h. Clique aqui e inscreva-se para participar . Leia abaixo o texto de apresentação da curadoria: Qual a Cor da Mentira? Por Ezequiel Silva. Depois de Jean-Luc Godard afirmar que o cinema é a verdade 24 vezes por segundo, o cineasta alemão Rainer Werner Fassbinder teria dito que o cinema é a mentira 24 quadros por segundo. Não se trata de escolher entre um e outro, de descobrir quem está certo ou errado, m...
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